Jardim da Serenidade

Espaço dedicado ao pôr-em-vida aqueles versos tortos que insistem em ser escritos. Procuremos a serenidade, vi ela passar por aqui há pouco. Procuremos, a serenidade deve estar em algum lugar!

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Local: Santa Maria, RS, Brazil

segunda-feira, junho 12, 2006

Alguns versos ingênuos

Tanta estrada ainda por correr, tanto caminho ainda por caminhar.
Percorrer, para entre a turba retumbar, os ecos do esquizo-penso.
Dividido em dois, um eu e um utro eu, eco de mim mesmo.
Os tons se confundem e a desafinação, o mono da cromaticidade, me revelam o lunático enquanto presente constante afastado de mim.
Comungam em pensamentos intrusos e entrecortados as várias facetas do outro eu que sou eu mesmo. E reverbera o verbo, mostrando o anverso do vesso.
Veros versos ingênuos e nada mais...

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Aí Maurício.... legal seu site... os poemas são muito bons... parabéns amigo

segunda-feira, 18 setembro, 2006  
Anonymous Anônimo said...

Gostaria de ler outros poemas seus...

sexta-feira, 10 novembro, 2006  

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