Alguns versos ingênuos
Tanta estrada ainda por correr, tanto caminho ainda por caminhar.
Percorrer, para entre a turba retumbar, os ecos do esquizo-penso.
Dividido em dois, um eu e um utro eu, eco de mim mesmo.
Os tons se confundem e a desafinação, o mono da cromaticidade, me revelam o lunático enquanto presente constante afastado de mim.
Comungam em pensamentos intrusos e entrecortados as várias facetas do outro eu que sou eu mesmo. E reverbera o verbo, mostrando o anverso do vesso.
Veros versos ingênuos e nada mais...
Percorrer, para entre a turba retumbar, os ecos do esquizo-penso.
Dividido em dois, um eu e um utro eu, eco de mim mesmo.
Os tons se confundem e a desafinação, o mono da cromaticidade, me revelam o lunático enquanto presente constante afastado de mim.
Comungam em pensamentos intrusos e entrecortados as várias facetas do outro eu que sou eu mesmo. E reverbera o verbo, mostrando o anverso do vesso.
Veros versos ingênuos e nada mais...
